RÚSSIA
Nessa sexta-feira, dia 24, um porta-voz do Ministério das Relações
Exteriores da Rússia declarou que o governo de Bashar al-Aasad
concordou, à princípio, em participar da possível Conferência de Paz de
Genebra que será organizada por Estados Unidos e Rússia, esperada para
acontecer em junho deste ano. A declaração não confere, por enquanto, nenhum vínculo obrigatório
à presença de uma delegação síria na Conferência, nem mesmo garante
quem irá representar o regime. Apesar da boa vontade demonstrada,
deve-se levar em consideração a instabilidade no poder que perdura há
dois anos entre a Coalizão Nacional da oposição síria e o regime
totalitário de Bashar al-Aasad, oque representa uma ameaça à
legitimidade da delegação que for representar o país.
Dentro das implicações que já ocorrem na primeira instância ao analisar a possível realização da Conferência, deve ser levado em conta o peso da mídia não apenas sobre o cessar-fogo, mas também sobre o comércio de armas de Rússia e China para a Síria, oque representa um dos principais motivos aos embargos feitos pelas duas nações às resoluções do Conselho de Segurança apresentadas até hoje. A questão se encontra no âmbito do Direito Internacional, pois a venda de armas à Síria representa nada mais que a prestação de serviço, ou a venda de um bem, que não é restringida por nenhum acordo internacional. Logo, as futuras consequências sobre a legitimidade e a soberania da Síria não se restringe apenas à mesma, nem mesmo se restringe à apenas questõe de segurança.
Dentro das implicações que já ocorrem na primeira instância ao analisar a possível realização da Conferência, deve ser levado em conta o peso da mídia não apenas sobre o cessar-fogo, mas também sobre o comércio de armas de Rússia e China para a Síria, oque representa um dos principais motivos aos embargos feitos pelas duas nações às resoluções do Conselho de Segurança apresentadas até hoje. A questão se encontra no âmbito do Direito Internacional, pois a venda de armas à Síria representa nada mais que a prestação de serviço, ou a venda de um bem, que não é restringida por nenhum acordo internacional. Logo, as futuras consequências sobre a legitimidade e a soberania da Síria não se restringe apenas à mesma, nem mesmo se restringe à apenas questõe de segurança.
Autor: Vitor Assunção de Abreu
Fonte: Portal G1
http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2013/05/russia-afirma-que-siria-aceitou-participar-de-conferencia-de-paz.html
Nenhum comentário:
Postar um comentário